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quarta-feira, 24 de junho de 2020

ATIVIDADE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL: O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA


EMEIF SANTA LUZIA
BARBALHA,30 DE JUNHO DE 2020
PROFESSORA:SIMONE PAULUKE
SÉRIE:2º ANO TURNO: MANHÃ
ALUNO:

ATIVIDADE-INTERPRETAÇÃO TEXTUAL: O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA
LEIA A HISTÓRIA E ASSISTA O VÍDEO PARA RESPONDER AS QUESTÓES ABAIXO
1-QUAL O TÍTULO DA HISTÓRIA?
_____________________________________________________________________________
2- COMO SE CHAMA O NOME DA MENINA QUE PERDEU O DENTE?
_____________________________________________________________________________
3- POR QUE EVA FICOU TRISTE E COMEÇOU A CHORAR?
_____________________________________________________________________________

4-QUAL É A PRIMEIRA E A ÚLTIMA PALAVRA DO TEXTO?
_____________________________________________________________________________
5- POR QUE DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES TODOS OS DIAS?
_____________________________________________________________________________
6-AGORA É A SUA VEZ! FAÇA UM BELO DESENHO DA HISTÓRIA, DESENHANDO A PERSONAGEM EVA E O SEU DENTINHO QUE PERDEU PELO RALO DA PIA.

7- QUERO QUE VOCÊ ENVIE UM VÍDEO RECONTANDO A HISTÓRIA!
BEIJOS,
PROFESORA SIMONE PAULUKE



O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA

Todos os dias Eva, uma menina muito esperta, escovava seus dentes diariamente. Pois ela sabia a importância da escovação, para ter dentes branquinhos e saudáveis.
Na casa de seu pai certa vez seu dentinho caiu no chão, ela procurou por toda a casa, menos lá fora no quintal. Tinha ficado muito triste pois ela ganhou um estojo para guardar todos os dentinhos que iam caindo.
Seu pai costumava levar Eva ao dentista, nessa ocasião, o dentista tirou o dentinho de leite, e Eva, muito feliz, por não doer e disse:
-Vou guardar esse dentinho no meu estojinho! O pai de Eva guardava com muito carinho o dentinho de Eva em sua mochila! Eva tinha o maior cuidado em guardar os dentinhos que caiam!
Mas... Certo dia na casa de sua mamãe Tati, foi ao banheiro escovar como de costume! Quando de repente!!!!
O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA!
Eva tentou pegar, mas infelizmente não conseguiu!
CHOROU MUITO!
Nem sua mãezinha que amava muito conseguiu consolar! Teve uma ideia!
Ligou para sua tia Cati: -Tia meu dentinho caiu pelo ralo da pia!
E agora a fada madrinha não vai encontrar! Sua tia Cati muito sábia em suas palavras disse:
-Não se preocupe! A fada do dente vai fazer uma grande surpresa pra deixar você feliz!
-A fada do dente é muito esperta, pode acreditar! Coloque no seu coraçãozinho que você vai ver!
-A fada do dente vai aparecer e vai fazer uma coisa bem bonita pra você amanhã.

Eva agradeceu as palavras da tia Cati, ficou mais tranquila.Tia Cati continuou a dizer:-Não precisa chorar! A tia conhece a fada, ela já pegou o dentinho da sua priminha Gaby, e deu tudo certo! Pode dormir tranquila tá! Que amanhã a fada do dente vai conversar com alguém e vai aí na sua casa levar uma surpresa! Promete que você vai dormir bem?
-Prometo!
Não demorou muito, assim que Eva desligou o telefone, foi correndo para dormir tranquila e feliz! Quando de repente! UMA LINDA SURPRESA!
Debaixo da sua “caminha” tinha umas moedinhas!
Ela ficou tão feliz com as moedinhas que ganhou da fada que agora ela cuida ainda mais dos dentinhos escovando sempre e deixando bem limpinhos
                                      AUTORA: Simone Pauluke  24 DE JUNHO DE 2020

O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA
Todos os dias Eva, uma menina muito esperta, escovava seus dentes diariamente. Pois ela sabia a importância da escovação, para ter dentes branquinhos e saudáveis.
Na casa de seu pai certa vez seu dentinho caiu no chão, ela procurou por toda a casa, menos lá fora no quintal. Tinha ficado muito triste pois ela ganhou um estojo para guardar todos os dentinhos que iam caindo.
Seu pai costumava levar Eva ao dentista, nessa ocasião, o dentista tirou o dentinho de leite, e Eva, muito feliz, por não doer e disse:
-Vou guardar esse dentinho no meu estojinho! O pai de Eva guardava com muito carinho o dentinho de Eva em sua mochila! Eva tinha o maior cuidado em guardar os dentinhos que caiam!
Mas... Certo dia na casa de sua mamãe Tati, foi ao banheiro escovar como de costume! Quando de repente!!!!
O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA!
Eva tentou pegar, mas infelizmente não conseguiu!
CHOROU MUITO!
Nem sua mãezinha que amava muito conseguiu consolar! Teve uma ideia!
Ligou para sua tia Cati: -Tia meu dentinho caiu pelo ralo da pia!
E agora a fada madrinha não vai encontrar! Sua tia Cati muito sábia em suas palavras disse:
-Não se preocupe! A fada do dente vai fazer uma grande surpresa pra deixar você feliz!
-A fada do dente é muito esperta, pode acreditar! Coloque no seu coraçãozinho que você vai ver!
-A fada do dente vai aparecer e vai fazer uma coisa bem bonita pra você amanhã.
Eva agradeceu as palavras da tia Cati, ficou mais tranquila.Tia Cati continuou a dizer:-Não precisa chorar! A tia conhece a fada, ela já pegou o dentinho da sua priminha Gaby, e deu tudo certo! Pode dormir tranquila tá! Que amanhã a fada do dente vai conversar com alguém e vai aí na sua casa levar uma surpresa! Promete que você vai dormir bem?
-Prometo!
Não demorou muito, assim que Eva desligou o telefone, foi correndo para dormir tranquila e feliz! Quando de repente! UMA LINDA SURPRESA!
Debaixo da sua “caminha” tinha umas moedinhas!
Ela ficou tão feliz com as moedinhas que ganhou da fada que agora ela cuida ainda mais dos dentinhos escovando sempre e deixando bem limpinhos
AUTORA: Simone Pauluke 24 DE JUNHO DE 2020

O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA

O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA
Todos os dias Eva, uma menina muito esperta, escovava seus dentes diariamente. Pois ela sabia a importância da escovação, para ter dentes branquinhos e saudáveis.
Na casa de seu pai certa vez seu dentinho caiu no chão, ela procurou por toda a casa, menos lá fora no quintal. Tinha ficado muito triste pois ela ganhou um estojo para guardar todos os dentinhos que iam caindo.
Seu pai costumava levar Eva ao dentista, nessa ocasião, o dentista tirou o dentinho de leite, e Eva, muito feliz, por não doer e disse:
-Vou guardar esse dentinho no meu estojinho! O pai de Eva guardava com muito carinho o dentinho de Eva em sua mochila! Eva tinha o maior cuidado em guardar os dentinhos que caiam!
Mas... Certo dia na casa de sua mamãe Tati, foi ao banheiro escovar como de costume! Quando de repente!!!!
O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA!
Eva tentou pegar, mas infelizmente não conseguiu!
CHOROU MUITO!
Nem sua mãezinha que amava muito conseguiu consolar! Teve uma ideia!
Ligou para sua tia Cati: -Tia meu dentinho caiu pelo ralo da pia!
E agora a fada madrinha não vai encontrar! Sua tia Cati muito sábia em suas palavras disse:
-Não se preocupe! A fada do dente vai fazer uma grande surpresa pra deixar você feliz!
-A fada do dente é muito esperta, pode acreditar! Coloque no seu coraçãozinho que você vai ver!
-A fada do dente vai aparecer e vai fazer uma coisa bem bonita pra você amanhã.
Eva agradeceu as palavras da tia Cati, ficou mais tranquila.Tia Cati continuou a dizer:-Não precisa chorar! A tia conhece a fada, ela já pegou o dentinho da sua priminha Gaby, e deu tudo certo! Pode dormir tranquila tá! Que amanhã a fada do dente vai conversar com alguém e vai aí na sua casa levar uma surpresa! Promete que você vai dormir bem?
-Prometo!
Não demorou muito, assim que Eva desligou o telefone, foi correndo para dormir tranquila e feliz! Quando de repente! UMA LINDA SURPRESA!
Debaixo da sua “caminha” tinha umas moedinhas!
Ela ficou tão feliz com as moedinhas que ganhou da fada que agora ela cuida ainda mais dos dentinhos escovando sempre e deixando bem limpinhos
AUTORA: Simone Pauluke 24 DE JUNHO DE 2020

EVA: O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA




https://www.youtube.com/watch?v=Uzl6JM33N-c

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA:
EVA: O DENTE CAIU PELO RALO DA PIA
O VÍDEO TAMBÉM ESTÁ NO CANAL YOUTUBE; ESCOLA ONLINE SÉRIES INICIAIS
https://www.youtube.com/watch?v=Uzl6JM33N-c

segunda-feira, 22 de junho de 2020

BNCC ENSINO RELIGOSO FUNDAMENTOS BNCC


ENSINO RELIGIOSO SEGUNDO ANO FUNDAMENTAL I
BNCC
Considerando os marcos normativos e, em conformidade com as competências gerais estabelecidas no âmbito da BNCC, o Ensino Religioso deve atender os seguintes objetivos:
a) Proporcionar a aprendizagem dos conhecimentos religiosos, culturais e estéticos, a partir das manifestações religiosas percebidas na realidade dos educandos;
b) Propiciar conhecimentos sobre o direito à liberdade de consciência e de crença, no constante propósito de promoção dos direitos humanos;
 c) Desenvolver competências e habilidades que contribuam para o diálogo entre perspectivas religiosas e seculares de vida, exercitando o respeito à liberdade de concepções e o pluralismo de ideias, de acordo com a Constituição Federal; d) Contribuir para que os educandos construam seus sentidos pessoais de vida a partir de valores, princípios éticos e da cidadania.
O conhecimento religioso, objeto da área de Ensino Religioso, é produzido no âmbito das diferentes áreas do conhecimento científico das Ciências Humanas e Sociais, notadamente da(s) Ciência(s) da(s) Religião(ões). Essas Ciências investigam a manifestação dos fenômenos religiosos em diferentes culturas e sociedades enquanto um dos bens simbólicos resultantes da busca humana por respostas aos enigmas do mundo, da vida e da morte.
De modo singular, complexo e diverso, esses fenômenos alicerçaram distintos sentidos e significados de vida e diversas ideias de divindade(s), em torno dos quais se organizaram cosmovisões, linguagens, saberes, crenças, mitologias, narrativas, textos, símbolos, ritos, doutrinas, tradições, movimentos, práticas e princípios éticos e morais.
Os fenômenos religiosos em suas múltiplas manifestações são parte integrante do substrato cultural da humanidade. Cabe ao Ensino Religioso tratar os conhecimentos religiosos a partir de pressupostos éticos e científicos, sem privilégio de nenhuma crença ou convicção.
 Isso implica abordar esses conhecimentos com base nas diversas culturas e tradições religiosas, sem desconsiderar a existência de filosofias seculares de vida. No Ensino Fundamental, o Ensino Religioso adota a pesquisa e o diálogo como princípios mediadores e articuladores dos processos de observação, identificação, análise, apropriação e ressignificação de saberes, visando o desenvolvimento de competências específicas.
Dessa maneira, busca problematizar representações sociais preconceituosas sobre o outro, com o intuito de combater a intolerância, a discriminação e a exclusão. ENSINO RELIGIOSO ENSINO FUNDAMENTAL 433Conteúdo em discussão no CNE. Texto em revisão. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ENSINO RELIGIOSO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
 1. Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, a partir de pressupostos científicos, filosóficos, estéticos e éticos.
2. Compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas e filosofias de vida, suas experiências e saberes, em diferentes tempos, espaços e territórios.
 3. Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor da vida.
4. Conviver com a diversidade de crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver.
 5. Analisar as relações entre as tradições religiosas e os campos da cultura, da política, da economia, da saúde, da ciência, da tecnologia e do meio ambiente.
6. Debater, problematizar e posicionar-se frente aos discursos e práticas de intolerância, discriminação e violência de cunho religioso, de modo a assegurar os direitos humanos no constante exercício da cidadania e da cultura de paz. Por isso, a interculturalidade e a ética da alteridade constituem fundamentos teóricos e pedagógicos do Ensino Religioso, porque favorecem o reconhecimento e respeito às histórias, memórias, crenças, convicções e valores de diferentes culturas, tradições religiosas e filosofias de vida.
O Ensino Religioso busca construir, por meio do estudo dos conhecimentos religiosos e das filosofias de vida, atitudes de reconhecimento e respeito às alteridades. Trata-se de um espaço de aprendizagens, experiências pedagógicas, intercâmbios e diálogos permanentes, que visam o acolhimento das identidades culturais, religiosas ou não, na perspectiva da interculturalidade, direitos humanos e cultura da paz.
Tais finalidades se articulam aos elementos da formação integral dos estudantes, na medida em que fomentam a aprendizagem da convivência democrática e cidadã, princípio básico à vida em sociedade. Considerando esses pressupostos, e em articulação com as competências gerais da BNCC, a área de Ensino Religioso – e, por consequência, o componente curricular de Ensino Religioso –, devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas

ENSINO RELIGIOSO O ser humano se constrói a partir de um conjunto de relações tecidas em determinado contexto histórico-social, em um movimento ininterrupto de apropriação e produção cultural. Nesse processo, o sujeito se constitui enquanto ser de imanência (dimensão concreta, biológica) e de transcendência (dimensão subjetiva, simbólica). Ambas as dimensões possibilitam que os humanos se relacionem entre si, com a natureza e com a(s) divindade(s), percebendo-se como iguais e diferentes. A percepção das diferenças (alteridades) possibilita a distinção entre o “eu” e o “outro”, “nós” e “eles”, cujas relações dialógicas são mediadas por referenciais simbólicos (representações, saberes, crenças, convicções, valores) necessários à construção das identidades. Tais elementos embasam a unidade temática Identidades e alteridades, a ser abordada ao longo de todo o Ensino Fundamental, especialmente nos anos iniciais. Nessa unidade pretende-se que os estudantes reconheçam, valorizem e acolham o caráter singular e diverso do ser humano, por meio da identificação e do respeito às semelhanças e diferenças entre o eu (subjetividade) e os outros (alteridades), da compreensão dos símbolos e significados e da relação entre imanência e transcendência.
 A dimensão da transcendência é matriz dos fenômenos e das experiências religiosas, uma vez que, em face da finitude, os sujeitos e as coletividades sentiram-se desafiados a atribuir sentidos e significados à vida e à morte.
Na busca de respostas, o ser humano conferiu valor de sacralidade a objetos, coisas, pessoas, forças da natureza ou seres sobrenaturais, transcendendo a realidade concreta. Essa dimensão transcendental é mediada por linguagens específicas, tais como o símbolo, o mito e o rito. No símbolo, encontram-se dois sentidos distintos e complementares. Por exemplo, objetivamente uma flor é apenas uma flor.
No entanto, é possível reconhecer nela outro significado: a flor pode despertar emoções e trazer lembranças. Assim, o símbolo é um elemento cotidiano ressignificado para representar algo além de seu sentido primeiro. Sua função é fazer a mediação com outra realidade e, por isso, é uma das linguagens básicas da experiência religiosa. ENSINO RELIGIOSO ENSINO FUNDAMENTAL Conteúdo em discussão no CNE. Texto em revisão.
Tal experiência é uma construção subjetiva alimentada por diferentes práticas espirituais ou ritualísticas, que incluem a realização de cerimônias, celebrações, orações, festividades, peregrinações, entre outras. Enquanto linguagem gestual, os ritos narram, encenam, repetem e representam histórias e acontecimentos religiosos.
 Desta forma, se o símbolo é uma coisa que significa outra, o rito é um gesto que também aponta para outra realidade. Os rituais religiosos são geralmente realizados coletivamente em espaços e territórios sagrados (montanhas, mares, rios, florestas, templos, santuários, caminhos, entre outros), que se distinguem dos demais por seu caráter simbólico. Esses espaços constituem-se em lócus de apropriação simbólico-cultural, onde os diferentes sujeitos se relacionam, constroem, desenvolvem e vivenciam suas identidades religiosas.
 Nos territórios sagrados frequentemente atuam pessoas incumbidas da prestação de serviços religiosos. Sacerdotes, líderes, funcionários, guias ou especialistas, entre outras designações, desempenham funções específicas: difusão das crenças e doutrinas, organização dos ritos, interpretação de textos e narrativas, transmissão de práticas, princípios e valores etc.
 Portanto, os líderes exercem uma função pública, e seus atos e orientações podem repercutir sobre outras esferas sociais, tais como economia, política, cultura, educação, saúde e meio ambiente.
 Esse conjunto de elementos (símbolos, ritos, espaços, territórios e lideranças) integra a unidade temática Manifestações religiosas, em que se pretende proporcionar o conhecimento, a valorização e o respeito às distintas experiências e manifestações religiosas, e a compreensão das relações estabelecidas entre as lideranças e denominações religiosas e as distintas esferas sociais.
Na unidade temática Crenças religiosas e filosofias de vida, são tratados aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, particularmente sobre mitos, ideia(s) de divindade(s), crenças e doutrinas religiosas, tradições orais e escritas, ideias de imortalidade, princípios e valores éticos.
Os mitos são outro elemento estruturante das tradições religiosas. Eles representam a tentativa de explicar como e por que a vida, a natureza e o cosmos foram criados. Apresentam histórias dos deuses ou heróis divinos, relatando, por meio de uma linguagem rica em simbolismo, acontecimentos nos quais as divindades agem ou se manifestam. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 436Conteúdo em discussão no CNE.
 Texto em revisão. O mito é um texto que estabelece uma relação entre imanência (existência concreta) e transcendência (o caráter simbólico dos eventos). Ao relatar um acontecimento, o mito situa-se em um determinado tempo e lugar e, frequentemente, apresenta-se como uma história verdadeira, repleta de elementos imaginários. No enredo mítico, a criação é uma obra de divindades, seres, entes ou energias que transcendem a materialidade do mundo.
 São representados de diversas maneiras, sob distintos nomes, formas, faces e sentidos, segundo cada grupo social ou tradição religiosa.
 O mito, o rito, o símbolo e as divindades alicerçam as crenças, entendidas como um conjunto de ideias, conceitos e representações estruturantes de determinada tradição religiosa. As crenças fornecem respostas teológicas aos enigmas da vida e da morte, que se manifestam nas práticas rituais e sociais sob a forma de orientações, leis e costumes.
 Esse conjunto de elementos originam narrativas religiosas que, de modo mais ou menos organizado, são preservadas e passadas de geração em geração pela oralidade. Desse modo, ao longo do tempo, cosmovisões, crenças, ideia(s) de divindade(s), histórias, narrativas e mitos sagrados constituíram tradições específicas, inicialmente orais. Em algumas culturas, o conteúdo dessa tradição foi registrado sob a forma de textos escritos.
No processo de sistematização e transmissão dos textos sagrados, sejam eles orais, sejam eles escritos, certos grupos sociais acabaram por definir um conjunto de princípios e valores que configuraram doutrinas religiosas.
 Estas reúnem afirmações, dogmas e verdades que procuram atribuir sentidos e finalidades à existência, bem como orientar as formas de relacionamento com a(s) divindade(s) e com a natureza. As doutrinas constituem a base do sistema religioso, sendo transmitidas e ensinadas aos seus adeptos de maneira sistemática, com o intuito de assegurar uma compreensão mais ou menos unitária e homogênea de seus conteúdos.
 No conjunto das crenças e doutrinas religiosas encontram-se ideias de imortalidade (ancestralidade, reencarnação, ressurreição, transmigração, entre outras), que são norteadoras do sentido da vida dos seus seguidores.
 Essas informações oferecem aos sujeitos referenciais tanto para a vida terrena quanto para o pós-morte, cuja finalidade é direcionar condutas individuais e sociais, por meio de ENSINO RELIGIOSO ENSINO FUNDAMENTAL 437Conteúdo em discussão no CNE. Texto em revisão. códigos éticos e morais.
Tais códigos, em geral, definem o que é certo ou errado, permitido ou proibido. Esses princípios éticos e morais atuam como balizadores de comportamento, tanto nos ritos como na vida social.
Também as filosofias de vida se ancoram em princípios cujas fontes não advêm do universo religioso. Pessoas sem religião adotam princípios éticos e morais cuja origem decorre de fundamentos racionais, filosóficos, científicos, entre outros. Esses princípios, geralmente, coincidem com o conjunto de valores seculares de mundo e de bem, tais como: o respeito à vida e à dignidade humana, o tratamento igualitário das pessoas, a liberdade de consciência, crença e convicções, e os direitos individuais e coletivos.


ENSINO RELIGIOSO
2º ANO UNIDADES TEMÁTICAS
Identidades e alteridades

OBJETOS DE CONHECIMENTO

O eu, a família
Memórias e símbolos

MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS
Alimentos sagrados


HABILIDADES Identidades e alteridades O eu, a família e o ambiente de convivência
(EF02ER01) Reconhecer os diferentes espaços de convivência.
 (EF02ER02) Identificar costumes, crenças e formas diversas de viver em variados ambientes de convivência. Memórias e símbolos
 (EF02ER03) Identificar as diferentes formas de registro das memórias pessoais, familiares e escolares (fotos, músicas, narrativas, álbuns...).
(EF02ER04) Identificar os símbolos presentes nos variados espaços de convivência. Símbolos religiosos
(EF02ER05) Identificar, distinguir e respeitar símbolos religiosos de distintas manifestações, tradições e instituições religiosas. Manifestações religiosas Alimentos sagrados
(EF02ER06) Exemplificar alimentos considerados sagrados por diferentes culturas, tradições e expressões religiosas.
 (EF02ER07) Identificar significados atribuídos a alimentos em diferentes manifestações e tradições religiosas.

UNIDADES TEMÁTICAS
OBJETO DO CONHECIMENTO

O EU, A FAMÍLIA E O AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA
MEMÓRIAS E SÍMBOLOS
SÍMBOLOS RELIGIOSOS
MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS
ALIMENTOS SAGRADOS

HABILIDADES Identidades e alteridades O eu, a família e o ambiente de convivência (EF02ER01) Reconhecer os diferentes espaços de convivência.
 (EF02ER02) Identificar costumes, crenças e formas diversas de viver em variados ambientes de convivência.
 Memórias e símbolos (EF02ER03) Identificar as diferentes formas de registro das memórias pessoais, familiares e escolares (fotos, músicas, narrativas, álbuns...).
 (EF02ER04) Identificar os símbolos presentes nos variados espaços de convivência. Símbolos religiosos (EF02ER05) Identificar, distinguir e respeitar símbolos religiosos de distintas manifestações, tradições e instituições religiosas.
Manifestações religiosas
Alimentos sagrados (EF02ER06) Exemplificar alimentos considerados sagrados por diferentes culturas, tradições e expressões religiosas.
(EF02ER07) Identificar significados atribuídos a alimentos em diferentes manifestações e tradições religiosas.

BNCC ENSINO RELIGIOSO SEGUNDO ANO FUNDAMENTAL I


ENSINO RELIGIOSO
2º ANO UNIDADES TEMÁTICAS
Identidades e alteridades

OBJETOS DE CONHECIMENTO

O eu, a família
Memórias e símbolos

MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS
Alimentos sagrados


HABILIDADES Identidades e alteridades O eu, a família e o ambiente de convivência
(EF02ER01) Reconhecer os diferentes espaços de convivência.
 (EF02ER02) Identificar costumes, crenças e formas diversas de viver em variados ambientes de convivência. Memórias e símbolos
 (EF02ER03) Identificar as diferentes formas de registro das memórias pessoais, familiares e escolares (fotos, músicas, narrativas, álbuns...).
(EF02ER04) Identificar os símbolos presentes nos variados espaços de convivência. Símbolos religiosos
(EF02ER05) Identificar, distinguir e respeitar símbolos religiosos de distintas manifestações, tradições e instituições religiosas. Manifestações religiosas Alimentos sagrados
(EF02ER06) Exemplificar alimentos considerados sagrados por diferentes culturas, tradições e expressões religiosas.
 (EF02ER07) Identificar significados atribuídos a alimentos em diferentes manifestações e tradições religiosas.

UNIDADES TEMÁTICAS
OBJETO DO CONHECIMENTO

O EU, A FAMÍLIA E O AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA
MEMÓRIAS E SÍMBOLOS
SÍMBOLOS RELIGIOSOS
MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS
ALIMENTOS SAGRADOS

HABILIDADES Identidades e alteridades O eu, a família e o ambiente de convivência (EF02ER01) Reconhecer os diferentes espaços de convivência.
 (EF02ER02) Identificar costumes, crenças e formas diversas de viver em variados ambientes de convivência.
 Memórias e símbolos (EF02ER03) Identificar as diferentes formas de registro das memórias pessoais, familiares e escolares (fotos, músicas, narrativas, álbuns...).
 (EF02ER04) Identificar os símbolos presentes nos variados espaços de convivência. Símbolos religiosos (EF02ER05) Identificar, distinguir e respeitar símbolos religiosos de distintas manifestações, tradições e instituições religiosas.
Manifestações religiosas
Alimentos sagrados (EF02ER06) Exemplificar alimentos considerados sagrados por diferentes culturas, tradições e expressões religiosas.
(EF02ER07) Identificar significados atribuídos a alimentos em diferentes manifestações e tradições religiosas.


ATIVIDADE P.83-84-85 SEGUNDO ANO FUNDAMENTAL I


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